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Uiara Lamps TryptychMilano, Itália · 2026
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AD100 | 2025 — AD México y Latam
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Forma e Substância — Museu Oscar Niemeyer, 2023
Forma e SubstânciaMuseu Oscar Niemeyer, Curitiba · 2023
Forma e Substância — Museu Oscar Niemeyer, 2023Destaque
Forma e SubstânciaMuseu Oscar Niemeyer, Curitiba · 2023
CASA MURO — LAPA, PR
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Pampa Lamp Series — Rio Grande do Sul, 2025
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Casa CCBalneário Camboriú, 2026

Estúdio

São Paulo, Lisboa

Formado em Arquitetura em 2018, Leonardo Zanatta iniciou a carreira após vencer cinco troféus no Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura Sustentável, incluindo o Destaque Inovação, prêmio tradicionalmente concedido a carreiras consolidadas como a de Paulo Mendes da Rocha, que o recebeu no mesmo ano. Tornou-se o profissional mais jovem a receber a distinção.

Com uma produção centrada em experimentação, sustentabilidade e pesquisa de materiais, foi reconhecido pela municipalidade de Abu Dhabi no Cool Abu Dhabi Challenge, selecionado entre 1.700 escritórios do mundo inteiro, com uma solução técnica para mitigar ilhas de calor urbano no Oriente Médio. Aos 27 anos, isso o colocou na lista da Forbes Brasil como o profissional mais promissor do país com menos de 30.

Em 2023, depois de colaborar em escritórios de arquitetura consolidados de São Paulo, fundou a própria prática. Em dois anos o escritório entrou no Casa Vogue 50 e depois na lista AD100 da AD México y Latinoamérica. O estúdio atua hoje como um coletivo, entre arquitetura, interiores, desenho urbano, mobiliário colecionável, iluminação e exposições.

Press

Tess Pavilion

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Tess Pavilion

São Paulo, Brasil  ·  2025
FotografiaAndré Scarpa
PrêmioArchello Pavilion of the Year
EstruturaExposed steel
ProgramaCommercial and exhibitions

O Pavilhão Tess adota estratégias de eficiência térmica passiva e desacoplamento estrutural. A cobertura plana é desenhada como uma laje autônoma, dissociada dos volumes principais, permitindo ventilação contínua e sombreamento permanente. O posicionamento das aberturas foi estudado para otimizar o ganho solar no inverno e mitigar a insolação direta no verão, reduzindo o consumo de energia e melhorando o conforto térmico.

A estrutura metálica ritmada, com pilares esbeltos e elementos tensionados, foi inspirada na imagem de uma harpa, funcionando como matriz organizadora do espaço. A estrutura permanece exposta, sem revestimentos, comunicando a lógica construtiva do edifício com clareza e economia formal.

A cobertura estendida cria zonas de transição sombreadas entre interior e exterior. Embora inicialmente destinado a uso comercial, o edifício foi projetado para receber também exposições culturais rotativas, funcionando como infraestrutura urbana de uso misto.

Tess Pavilion — Main facade, photography André Scarpa
Main facade, photography André Scarpa
Tess Pavilion — Isometric view
Isometric view
Tess Pavilion — Roof and columns
Roof and columns
Tess Pavilion — Detail, tensioned structure
Detail, tensioned structure
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 5
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 6
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 7
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 8
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 9
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 10
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 11
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 12
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 13
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 14
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 15
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 16
Tess Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 17

Sofia Pavilion

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Sofia Pavilion

São Paulo, Brasil  ·  2025
FotografiaIsrael Gollino
ReferênciaMalevich, Arkitektons
RuaZacarias de Góis
ProgramaPavilion

O Pavilhão é uma exploração espacial enraizada em referências artísticas e construtivas, propondo uma arquitetura simbólica e funcional em sintonia com o entorno urbano. Inspirado nas composições geométricas de Kazimir Malevich e nos estudos volumétricos dos Arkitektons, o projeto investiga a forma com precisão, criando uma presença arquitetônica marcante na rua Zacarias de Góis.

O desenho respeita o fluxo da cidade e propõe uma transição gradual entre os domínios público e privado. A conexão com a rua é articulada delicadamente por uma borda acessível que equilibra abertura e privacidade, gerando camadas sutis de interação. Eixos visuais definidos orientam o movimento e a percepção no espaço. Ao contrário do conceito de planta livre do Pavilhão Tess, esta proposta adota um zoneamento claro, com usos distintos e hierarquizados. O traçado prioriza o movimento, a descoberta espacial e a experiência do corpo. A volumetria responde à luz natural de maneira calculada, considerando momentos-chave como os solstícios de verão e de inverno para intensificar a atmosfera espacial.

A abstração formal serviu como principal ferramenta compositiva, reduzindo a forma a seus elementos essenciais — volume, linha, superfície, proporção — e eliminando a representação direta e o ornamento. Isso permitiu organizar o espaço por relações formais, e não por referências simbólicas ou históricas, enfatizando clareza estrutural, expressão material e hierarquia espacial — composições que priorizam geometria, ritmo e lógica espacial em vez de narrativa.

A robustez foi incorporada ao projeto como estratégia compositiva, partindo do peso, do enraizamento e da solidez para criar uma sensação de permanência. Em vez de reduzir a arquitetura à leveza, o Pavilhão Sofia usa a massa como forma de produzir presença, estabilidade e um diálogo silencioso com o chão.

Sofia Pavilion — Volumetric model
Volumetric model
Sofia Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 2
Sofia Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 3
Sofia Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 4
Sofia Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 5
Sofia Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2025 — vista 6
Matice Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2026 — vista 1
Matice Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2026 — vista 2
Matice Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2026 — vista 3
Matice Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2026 — vista 4
Matice Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2026 — vista 5

Matice Pavilion

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Matice Pavilion

São Paulo, Brasil  ·  2026
FotografiaEverson Martins
PeleVertical steel chains
MaterialWeathering steel
DetalheTapestries designed for the project

Situado no encontro de Pinheiros com os Jardins, em São Paulo, o Pavilhão Matice é um estudo em escala real de como a arquitetura se adapta ao clima e ao contexto. Em vez de buscar impacto visual com formas massivas, o projeto se apoia em desenho passivo inteligente e elementos dinâmicos para lidar com sol, vento e sombra.

O elemento de destaque é uma fachada flutuante feita de correntes verticais de aço que ondulam com a brisa da cidade. Essa camada porosa atua como um brise-soleil dinâmico que bloqueia o sol intenso, dilui a fronteira entre calçada e interior e projeta sombras cambiantes sobre o vidro e os pisos. Na prática, a aparência do edifício muda ao longo de todo o dia, acompanhando o caminho do sol e o fluxo das pessoas.

A sustentabilidade aqui não é tecnologia acoplada nem sistemas complexos; está incorporada à própria arquitetura. O conforto térmico e o menor ganho de calor são resolvidos por um arranjo integrado que combina uma ampla cobertura em balanço, bordas profundamente sombreadas, panos de vidro recuados, vegetação estratégica e a cortina móvel de correntes. Inserido numa paisagem urbana adensada, o pavilhão oferece uma alternativa mais leve e flexível, usando as condições naturais da cidade para moldar a experiência real do espaço.

Matice Pavilion — Street facade, photography Everson Martins
Street facade, photography Everson Martins
Matice Pavilion — Chain skin
Chain skin
Matice Pavilion — Canopy
Canopy
Matice Pavilion — Tapestry, interior
Tapestry, interior
Matice Pavilion — Skin study
Skin study
Matice Pavilion, pavilhão em São Paulo, 2026 — vista 6
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 1
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 2
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 3
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 4
Matice Pavilion — Street facade, photography Fran Parente
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Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 5
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 6
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 7
Matice Pavilion — Street facade, photography Fran Parente
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Matice Pavilion — Street facade, photography Fran Parente
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Matice Pavilion — Street facade, photography Fran Parente
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Orgânica Building

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Orgânica Building

Santa Catarina, Brasil  ·  2024
Pavimentos49
PaisagismoBurle Marx Office
ObraWalmor Corrêa
SituaçãoUnder construction

Localizado no litoral de Santa Catarina, o edifício Orgânica é resultado de uma colaboração entre o escritório de Leonardo Zanatta, o Escritório Burle Marx — herdeiro do paisagista mais influente do século XX — e o artista Walmor Corrêa, autor da obra instalada no lobby principal. Com 49 pavimentos, o projeto explora a moradia em altura em áreas litorâneas e a integração entre arquitetura, arte e paisagem.

Orgânica Building — Rooftop
Rooftop
Orgânica Building — Main facade
Main facade
Orgânica Building — Lobby, tile panel
Lobby, tile panel
Orgânica Building — Burle Marx landscaping
Burle Marx landscaping
Orgânica Building — Walmor Corrêa, study
Walmor Corrêa, study
Orgânica Building — Interior
Interior
Orgânica Building — Isometric view
Isometric view
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 8
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 9
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 10
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 11
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 12
Orgânica Building, edifício em Santa Catarina, 2024 — vista 13
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 1
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 2
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 3
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 4
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 5
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 6
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 7
Fascino, edifício em Goiânia, 2024 — vista 8

Fascino

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Fascino

Goiânia, Brasil  ·  2024
BiomaCaatinga
PaisagismoRicardo Cardim
FachadaMortar blend developed in lab
EstratégiaHorizontal brise-soleil

Localizado em Goiânia, um dos mercados imobiliários que mais crescem no Brasil, o projeto nasceu de uma necessidade fundamental: sombra. Situada no bioma da Caatinga brasileira — parente sul-americano da savana —, Goiânia enfrenta uma dualidade climática marcante: seis meses de seca seguidos de seis meses de chuvas intensas. A única constante ao longo do ano é o calor.

O edifício foi concebido para ser resiliente, priorizando estratégias ambientais passivas em vez de soluções mecânicas. Brises horizontais sombreiam as fachadas voltadas para os espaços de longa permanência, reduzindo significativamente as cargas de refrigeração e favorecendo a ventilação cruzada natural em todo o edifício. Esses mesmos elementos de sombreamento funcionam também como prateleiras de luz, refletindo a luz natural para o interior e melhorando a relação do edifício com a insolação, a iluminação e o conforto térmico.

Em paralelo às estratégias arquitetônicas, o paisagismo — assinado pelo renomado paisagista e ambientalista brasileiro Ricardo Cardim — utiliza apenas espécies vegetais nativas do bioma. Essa decisão reduz a dependência de irrigação dos jardins, aumenta a resistência a pragas locais e mitiga os riscos ecológicos das espécies exóticas invasoras.

Forma e Substância — Pedestrian view from main street
Pedestrian view from main street
Forma e Substância, instalação em Museu Oscar Niemeyer, 2023 — vista 2
Forma e Substância, instalação em Museu Oscar Niemeyer, 2023 — vista 3
Forma e Substância, instalação em Museu Oscar Niemeyer, 2023 — vista 4

Forma e Substância

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Forma e Substância

Museu Oscar Niemeyer, Curitiba  ·  2023
EstruturaRented modular scaffolding
TecidoDonated to Retalhos e Nós
TipoInstalação
AbordagemCircular lifecycle

Instalada no Museu Oscar Niemeyer — o maior da América Latina e um marco da arquitetura moderna brasileira —, a instalação reconhece que intervir em tal contexto exige contenção formal e responsabilidade crítica. Atuar num espaço desenhado por Niemeyer pede respeito à obra original e consciência da presença espacial. Em vez de buscar protagonismo visual, o projeto cria um diálogo silencioso com o edifício por meio de gestos deliberados e contidos.

A estrutura emprega andaimes metálicos modulares, alugados e reintegrados à indústria da construção após o evento, minimizando resíduos. Os tecidos brancos, preferencialmente de fibras naturais, foram doados à ONG “Retalhos e Nós” para reuso. Essa abordagem substitui o modelo linear tradicional de eventos por um modelo circular, em que todos os elementos têm ciclo de vida definido.

A instalação privilegia a sugestão em vez do espetáculo, propondo que a arquitetura efêmera pode deixar impressões duradouras por meio de atmosfera, silêncio e cuidado espacial. Em vez de ocupar o grande vão central do museu com ruído visual, a intervenção compõe volumes iluminados que organizam o vazio sem saturá-lo, oferecendo uma paisagem funcional e contemplativa mediada por luz, sombra e movimento. O resultado é uma experiência em que a economia de meios se alinha à expressão espacial, propondo a sustentabilidade não apenas como método, mas também como significado.

Ao final da montagem, os andaimes retornam ao sistema de locação e os tecidos são destinados ao reaproveitamento. O projeto trata a instalação como uma estrutura temporária, construída com componentes reversíveis e organizada para reduzir resíduos.

Forma e Substância — Installation at night
Installation at night
Forma e Substância — Volumes and light
Volumes and light
MAC Panamá — Fabric and scaffolding
Fabric and scaffolding
MAC Panamá — Volumetric exploration
Volumetric exploration
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 3
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 4
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 5
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 6
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 7
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 8
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 9
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 10
MAC Panamá, projeto institucional em Cidade do Panamá, 2026 — vista 11

MAC Panamá

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MAC Panamá

Cidade do Panamá, Panamá  ·  2026
Consulta8.3% of Boca La Caja
EnvoltóriaRecovered wood, patinated copper
ProgramaMuseum, retail, plaza
TipoConcurso

O primeiro passo no desenvolvimento do projeto foi reavaliar o programa junto à comunidade, para ampliá-lo de maneira específica conforme as respostas recebidas e as necessidades imediatas identificadas. Para isso, foi realizada uma consulta com uma amostra representando 8,3% da população de Boca La Caja, além de entrevistas com autoridades comunais de San Francisco.

Também foram conduzidas entrevistas com lideranças comunitárias de Boca La Caja e com figuras de destaque do bairro, por meio das quais identificamos algumas de suas vocações, como a gastronomia. Como reflexo desse diálogo, algumas das falas e depoimentos coletados dos moradores foram incluídos na apresentação, consolidando esse processo de projeto e pesquisa como uma construção arquitetônica sensível à comunidade.

O processo de escuta, reconhecimento e repertorização da materialidade urbana é “traduzido” pelo MAC, adaptando a linguagem vernacular local a um equipamento cultural de caráter internacional, com o objetivo de mediar o diálogo e promover a compreensão da importância de construir uma arquitetura essencialmente local.

Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial — Exploded programme
Exploded programme
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 2
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 3
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 4
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 5
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 6
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 7
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 8
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 9
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial, instalação em Pavilhão das Culturas Brasileiras, 2026 — vista 10

Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial

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Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial

Pavilhão das Culturas Brasileiras, Ibirapuera  ·  2026
Área20,000 m²
ConceitoInvisible Borders
EdifícioOscar Niemeyer
FotografiaEverson Martins

Instalado no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, o masterplan da primeira Bienal de Arquitetura Brasileira reconhece o peso simbólico de ocupar um edifício de Oscar Niemeyer e reabri-lo à vida pública. Em vez de tratar o pavilhão como um contêiner neutro, o projeto estabelece um sistema espacial capaz de organizar 20.000 m² de área expositiva com clareza, contenção e acessibilidade pública.

Desenvolvida a partir do conceito “Fronteiras Invisíveis”, a proposta dissolve as divisões políticas do Brasil e reorganiza o país por seus biomas: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Essa mudança transforma a Bienal em uma geografia viva, na qual os estados se agrupam por rios, vegetação, clima e relevo, e não por limites administrativos.

O masterplan parte da inteligência das feiras brasileiras, em especial a Feira de Caruaru, entendendo a ocupação temporária como uma forma coletiva e adaptável de arquitetura. Cada pavilhão funciona como uma banca territorial dentro de um campo cívico maior, permitindo expressão individual e preservando uma leitura externa unificada.

Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial — Pavilhão das Culturas Brasileiras
Pavilhão das Culturas Brasileiras
Masterplan for the Brazilian Architecture Biennial — Masterplan
Masterplan
Urban Masterplan — Rammed earth pavilion
Rammed earth pavilion
Urban Masterplan — Gridshell pavilion
Gridshell pavilion
Urban Masterplan — 3D printed pavilion
3D printed pavilion
Urban Masterplan — Main hall
Main hall
Urban Masterplan — Tectônicas em Exílio
Tectônicas em Exílio
Urban Masterplan — SirleiOldoni_AdesivoPiso_0004.jpg
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Urban Masterplan — EversonMartins_@arq.em.foto_LoungeWestwing_02.jpg
EversonMartins_@arq.em.foto_LoungeWestwing_02.jpg
Urban Masterplan — adrianopacelli_IMG_6694.jpg
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Urban Masterplan — adrianopacelli_piaui_blackarquitetos-2.jpg
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Urban Masterplan — EversonMartins_@arq.em.foto_SC_05_apagada.jpg
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Urban Masterplan — EversonMartins_@arq.em.foto_RS_06.jpg
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Urban Masterplan — adrianopacelli_BAB 26-8.jpg
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Urban Masterplan — adrianopacelli_IMG_6282.jpg
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Urban Masterplan — SirleiOldoni_Brasilia_0006.jpg
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Urban Masterplan — adrianopacelli_TCL-4.jpg
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Urban Masterplan — SirleiOldoni_Fachada_0004.jpg
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Urban Masterplan — SirleiOldoni_Fachada_0007.jpg
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Urban Masterplan — SirleiOldoni_Fachada_0007.jpg (18)
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Urban Masterplan — adrianopacelli_BAB 26-11.jpg
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Urban Masterplan — adrianopacelli_BAB 26-13.jpg
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Urban Masterplan

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Urban Masterplan

Passo Fundo, Rio Grande do Sul  ·  2026
Terreno661,625.28 m²
ConclusãoEstimated 2033
EstruturaWatercourses and green corridors
TipoPlanned neighbourhood

O projeto do novo bairro planejado em Passo Fundo parte do entendimento de que o desenvolvimento urbano deve operar além da lógica do parcelamento, incorporando infraestrutura, paisagem, mobilidade, equipamentos públicos e vida coletiva como elementos estruturantes de valor. Implantada em um terreno de 661.625,28 m², a proposta organiza áreas residenciais, comerciais, de uso misto e públicas por meio de um traçado urbano claro, equilibrando ocupação, preservação ambiental e atratividade urbana de longo prazo.

O masterplan se estrutura em torno da preservação dos cursos d'água, das áreas de preservação permanente e dos corredores verdes, que se tornam os principais eixos espaciais e ecológicos do bairro. Em vez de tratar a natureza como condição residual, o projeto usa a paisagem como sistema organizador, definindo o traçado viário, os espaços públicos, as centralidades e as áreas de maior densidade. Essa abordagem permite que o bairro cresça a partir de sua estrutura ambiental, criando continuidade entre ocupação urbana e responsabilidade ecológica.

A proposta também estabelece uma hierarquia de vias, centralidades e gabaritos, distribuindo a densidade conforme o acesso, a vida pública e a presença da paisagem. Uma centralidade principal e duas subcentralidades organizam a dinâmica cotidiana do bairro, concentrando usos comerciais, equipamentos comunitários, serviços e áreas de convívio social.

Abu Dhabi Skins — Aerial view
Aerial view
Abu Dhabi Skins — Street sections
Street sections

Abu Dhabi Skins

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Abu Dhabi Skins

Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos  ·  2020
ConcursoCool Abu Dhabi Challenge
SeleçãoAmong 1,700 offices
SistemaAlgae bioreactors
FocoUrban heat island

Projetado para a Municipalidade de Abu Dhabi como parte do Cool Abu Dhabi Challenge, o The Urban Skin Experiment enxerga a cidade como um organismo vivo — com sistemas circulatórios, camadas de tecido e processos metabólicos. Sob essa lente, fica evidente por que modelos urbanos genéricos da era modernista frequentemente falharam em lidar com a complexidade do clima e do conforto humano. O projeto propõe uma nova relação entre sistemas naturais e construídos, colocando a resiliência urbana e a adaptação climática no centro.

Embora a aplicação de princípios biológicos na arquitetura não seja nova, a biônica oferece um repertório refinado ao fundir mecanismos naturais e artificiais. Algas, por exemplo, já são usadas na Suécia para neutralizar emissões de fábricas de cimento e, na Suíça, para converter a poluição de rodovias em biomassa, energia e oxigênio por meio de biorreatores. Combinadas a biorreatores, as algas podem ser até 400 vezes mais eficientes que árvores na captura de CO₂ — em escala urbana, isso pode melhorar a qualidade do ar, reduzir temperaturas e elevar os níveis locais de oxigênio.

O The Urban Skin Experiment usa o poder fotossintético da alga Spirulina e as propriedades térmicas da água para mitigar o efeito de ilha de calor urbana. Um sistema modular de coberturas baseado em padrões de Voronoi cria estruturas flexíveis para praças, passeios e bairros, mirando os focos de calor antropogênico, superfícies de baixo albedo e poluição do ar.

Uiara Lamps Tryptych — Thermal performance
Thermal performance

Uiara Lamps Tryptych

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Uiara Lamps Tryptych

Milano, Itália  ·  2026
FotografiaPaolo Benvenuto, Gabriel Soares, Stefano Ronchi.
MateriaisCarved wood, Cellulose Fabric, Translucent onyx, Travertine.
LinhaELZ Design
TipoLuminária de piso
PreçoSob consulta
AcabamentosMadeiras amazônicas e tecido de celulose e Rochas naturais
DimensõesDimensions : Uiara I 25 x 25 x 160 cm; Uiara II 25 x 25 x 160 cm; Uiara III 25 x 25 x 80 cm

Uiara integra uma linha ampliada chamada Encantaria, inspirada na cosmologia originária brasileira. A coleção parte de uma pesquisa antropológica dedicada a resgatar entidades cuja presença nos mitos do Brasil profundo permanece viva até hoje por meio da tradição oral, apesar da imposição e da sobreposição de mitologias estrangeiras, como as gregas, romanas e nórdicas.

Cada peça da linha homenageia um encantado. Neste caso, Uiara, do nheengatu iiyara, é evocada como uma divindade tupi-guarani associada à proteção dos corpos d’água e dos ciclos vitais da floresta.

O mito de Uiara torna-se ainda mais crítico em um contexto de expansão das atividades exploratórias no Norte brasileiro, onde rios são assoreados pelo garimpo e a floresta é frequentemente tratada de maneira pouco respeitosa pelo extrativismo ilegal. Aqui, Uiara pode ser compreendida como a personificação de um processo produtivo que respeita a floresta e, por extensão, os encantados que nela habitam.

Estúdio Leonardo Zanatta — Photography Paolo Benvenuto
Photography Paolo Benvenuto
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Uiara Lamps Tryptych — IMG_9384.PNG
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Contato

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StudioSão Paulo | Lisbon
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Era Itapema Interiors

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Era

Itapema, Brasil  ·  2022
Ano2022

O azul era, na Renascença, a cor mais rara. Extraído do lápis-lázuli — pedra semipreciosa —, chegava a custar mais do que o ouro. Estima-se que Michelangelo tenha abandonado sua obra "O Sepultamento" por não poder financiar o pigmento, enquanto Vermeer notoriamente contraiu enormes dívidas apenas para usar o célebre azul ultramarino. Já nos anos 1950, o artista Yves Klein, a partir de estudos na área da química, criou uma tonalidade exclusiva — o International Klein Blue — que garantiu notoriedade à sua obra.

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Orgânica Interiors

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Orgânica Interiors

Itapema, Brasil  ·  2023
Ano2023

Orgânica Interiors traduz para os espaços coletivos do edifício a mesma ideia de continuidade entre arquitetura, corpo e paisagem que orienta o desenho da torre. Em aproximadamente 800 metros quadrados de áreas comuns, o projeto evita referências literais ao universo marinho e constrói sua relação com o litoral por meio de curvas, texturas, transparências e variações graduais de luz. Materiais naturais e superfícies de tonalidade suave estabelecem uma base serena, enquanto mobiliário, obras de arte e elementos fixos introduzem densidade e identidade. A circulação organiza sequências de compressão e abertura, enquadra jardins e aproxima ambientes com usos distintos. O paisagismo participa ativamente dos interiores por meio de pátios, vasos e visuais prolongadas, reduzindo a separação entre áreas climatizadas e espaços externos. Cada ambiente preserva autonomia funcional, mas compartilha uma gramática comum de formas contínuas, proporções precisas e transições fluidas. Mais do que uma sucessão de áreas de lazer, o conjunto foi concebido como uma extensão da vida doméstica, capaz de reunir recepção, descanso, convivência e contemplação em uma experiência espacial coerente.

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Apartamentos decorados - Fascino, interiores em Goiânia, 2024 — vista 1
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Consciente Show Apartments

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Apartamentos decorados - Fascino

Goiânia, Brasil  ·  2024
Ano2024
DeveloperConsciente Empreendimentos

Consciente Show Apartments foi concebido como uma sequência de interiores residenciais capazes de apresentar diferentes modos de habitar sem reduzir o apartamento decorado a uma vitrine de produtos. A identidade do projeto parte da riqueza cromática da flora do Cerrado, especialmente das tonalidades encontradas em sementes, frutos, cascas e flores do bioma. Em vez de reproduzir suas formas de maneira literal, essas referências aparecem como pontos de cor inseridos sobre uma base de materiais naturais, madeiras, tecidos táteis e superfícies minerais. Cozinha, estar e jantar são tratados como um campo contínuo, enquanto painéis, estantes e elementos de marcenaria organizam usos, armazenamento e privacidade. O mobiliário reúne peças autorais e nomes do design brasileiro, reforçando uma atmosfera contemporânea vinculada ao território. A iluminação combina fontes indiretas e focos precisos para alterar a percepção dos ambientes ao longo do dia e destacar obras, texturas e volumes. Cada unidade responde a um perfil distinto de morador, mas mantém uma linguagem comum. O resultado são espaços comerciais que preservam verossimilhança doméstica e transformam a visita em uma experiência de cor, matéria e possibilidades reais de apropriação.

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Aparador Caapora

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Aparador Caapora

Brasil  ·  2025
Ano2025
ManufacturerVEDAC

O Aparador Caapora integra a linha Encantaria e parte da ideia de uma xiloteca amazônica transformada em mobiliário. A peça é composta por pequenos módulos de diferentes espécies brasileiras, entre elas coração-de-negro, muiracatiara e muirapiranga, provenientes de manejo sustentável no Pará. A diversidade de cores, veios e densidades torna visível a riqueza material da floresta sem convertê-la em ornamento ilustrativo. Produzido artesanalmente em São Miguel do Guamá pelo mestre marceneiro Robson Teixeira Gomes, o aparador aproxima técnicas tradicionais de soluções contemporâneas de montagem. Os pés em madeira maciça recebem a textura “turu”, inspirada nas perfurações produzidas pelo molusco amazônico, enquanto uma esfera esculpida introduz uma presença orgânica e ligeiramente enigmática. Gavetas internas com abertura por toque preservam a continuidade do volume. O sistema modular sugere a possibilidade de crescimento e repetição, como um organismo formado por segmentos. Caapora não representa literalmente a entidade protetora da mata, mas evoca sua presença pela variedade, resistência e memória contida em cada fragmento. O objeto funciona, assim, como arquivo material da floresta e como expressão de uma cadeia produtiva vinculada ao território, ao manejo responsável e à transmissão de conhecimento artesanal.

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Athene

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Athene

Goiânia, Brasil  ·  2025
Ano2025
DeveloperFhaus

Guiado pela onipresença da Mata Atlântica preservada, que cobre os morros no entorno do edifício, o Athene Garden foi desenvolvido para maximizar o contato com o ambiente natural. A vegetação deixa de ser cenário e assume papel construtivo: funciona como elemento de conforto ambiental e de sombreamento da fachada, filtrando a luz e amenizando as temperaturas internas.

A cor foi utilizada como ferramenta de composição, lançando mão de tons encontrados nos troncos de diferentes espécies de árvores nativas. Dessa forma, o edifício não apenas se implanta na paisagem, mas dela extrai sua própria identidade cromática, dissolvendo a fronteira entre construção e floresta.

O projeto propõe uma arquitetura que respira com o entorno — em que varandas, jardins e a própria pele do edifício foram pensados para aproximar o morador da exuberância vegetal que define a região.

O projeto também incorpora estratégias de conforto ambiental e eficiência ao longo do empreendimento. A proposta considera tanto o desempenho dos espaços quanto os impactos da construção e da operação do edifício, com o objetivo de estabelecer uma relação mais direta entre arquitetura, paisagem e contexto local.

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Athene Interiors

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Athene Garden

Goiânia, Brasil  ·  2025
Ano2025
DeveloperFhaus

Athene Interiors desenvolve os espaços coletivos do empreendimento a partir de uma pesquisa sobre as cores, matérias e espécies da Mata Atlântica. O ponto de partida não foi a reprodução direta da floresta, mas a observação das tonalidades presentes em madeiras, sementes, frutos, cascas e folhas, posteriormente traduzidas em uma paleta de superfícies minerais, tecidos, marcenarias e pontos de cor. Essa investigação estabelece continuidade com o paisagismo de Ricardo Cardim, cuja presença atravessa a arquitetura e participa da construção dos ambientes internos. Halls, salões e áreas de convivência são organizados por eixos visuais claros, enquadramentos de vegetação e transições graduais entre sombra, luz e matéria. O mobiliário combina peças autorais e design brasileiro, evitando a neutralidade genérica recorrente em empreendimentos residenciais. A iluminação indireta valoriza texturas e volumes, enquanto focos pontuais orientam a percepção de obras e objetos. Uma obra de Walmor Corrêa amplia a relação do projeto com a biodiversidade ao introduzir uma leitura artística e imaginativa da fauna brasileira. Em vez de construir uma imagem de luxo pela acumulação, Athene trabalha com proporção, detalhe e coerência entre interiores, arte e paisagem, criando espaços que funcionam como extensão do jardim e da vida doméstica.

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Sofia Interiors

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Sofia Interiors

São Paulo, Brasil  ·  2025
Ano2025

Sofia Interiors prolonga para o interior do pavilhão a mesma investigação sobre peso, geometria, arte concreta e relação com o terreno que orienta sua arquitetura externa. Em vez de introduzir uma linguagem decorativa autônoma, o projeto preserva a composição monocromática e utiliza mobiliário, iluminação e superfícies para intensificar a leitura dos volumes. O percurso alterna áreas abertas e espaços de maior contenção, conduzindo o visitante por mudanças de escala, direção e enquadramento. Aberturas posicionadas entre os blocos estabelecem relações visuais cruzadas e incorporam continuamente os jardins à experiência interna. A paleta reduzida concentra a atenção sobre matéria, proporção e sombra, permitindo que a luz natural revele arestas, espessuras e encontros construtivos. Peças desenhadas pela divisão de design do estúdio, algumas apresentadas ainda como protótipos, transformam o espaço em uma galeria de experimentação material. A disposição do mobiliário evita preencher completamente os ambientes e preserva vazios necessários à leitura arquitetônica. Exposição, atendimento, reuniões e usos comerciais coexistem sem hierarquia rígida, graças a uma organização flexível. Assim como no exterior, os interiores de Sofia se comportam como uma composição abstrata habitável, na qual objetos, planos e jardins participam de um único campo espacial.

A proposta parte de referências da arte concreta e neoconcreta brasileira. Planos, blocos e aberturas são organizados como elementos de uma composição abstrata, mas também respondem ao programa e ao percurso dos visitantes. A separação entre os volumes cria passagens, enquadramentos e áreas externas intermediárias, reduzindo a leitura do edifício como um único bloco fechado.

Os interiores seguem a mesma lógica adotada na arquitetura. A paleta de materiais e cores é reduzida, enquanto mobiliário, iluminação e elementos expositivos são posicionados para manter visíveis as relações entre os ambientes e os jardins. Parte das peças foi desenhada pelo Estúdio Leonardo Zanatta, incluindo protótipos de sua divisão de design.

As áreas internas e externas foram tratadas como partes de um mesmo sistema espacial. A vegetação ocupa os intervalos entre os blocos e aparece em diferentes pontos do percurso. O projeto utiliza essa alternância entre volumes construídos, vazios e jardins para organizar os usos comerciais sem recorrer a divisões internas excessivas.

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Tapete Força de Maré

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Tapete Força de Maré

Brasil  ·  2025
Ano2025
ManufacturerTapeçaria Italiana

Força de Maré é uma coleção de tapetes desenvolvida a partir do conceito físico que descreve as deformações produzidas pela interação gravitacional entre corpos. Em vez de representar planetas ou paisagens cósmicas, o projeto traduz para o plano têxtil fenômenos como atração, deslocamento, órbita, ressonância e distorção da matéria e do espaço. Massas cromáticas aproximam-se, comprimem-se e criam zonas de tensão, como se a superfície estivesse submetida a diferentes campos gravitacionais. Gradientes, contornos irregulares e variações de densidade produzem sensação de profundidade e movimento em uma peça essencialmente plana. A geometria orgânica rompe a ortogonalidade dos ambientes e permite que o tapete funcione como campo espacial, orientando a posição do mobiliário e os percursos ao seu redor. Cada composição registra uma condição distinta de equilíbrio ou instabilidade, podendo ser lida de forma autônoma ou como parte de um sistema maior. As cores não cumprem uma função apenas decorativa: indicam intensidade, proximidade e direção das forças imaginadas. Ao transformar uma relação invisível em experiência visual e tátil, Força de Maré aproxima ciência, abstração e produção artesanal, propondo que o objeto doméstico também possa atuar como cartografia de forças que excedem seus próprios limites.

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Tapete Tesselar

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Tapete Tesselar

Brasil  ·  2025
Ano2025

O Tapete Tesselar nasce da transposição do gesto manual para um processo de produção em ECONYL. Seu desenho original foi realizado em nanquim sobre papel e posteriormente convertido em estampa sem corrigir as pequenas imprecisões produzidas pela mão. Oscilações de espessura, desalinhamentos, interrupções e diferenças mínimas entre os módulos foram preservados e transformados em elementos ativos da composição. O procedimento extrapola para o campo criativo a própria lógica artesanal de fabricação do tapete, recusando a regularidade absoluta normalmente associada à repetição geométrica. O nome deriva da tessela, unidade mínima dos mosaicos, mas o projeto não reproduz um ornamento histórico. Fragmentos se acumulam, deslocam-se e alteram de densidade, fazendo com que a superfície pareça simultaneamente ordenada e instável. De perto, cada marca revela a origem gráfica e o ritmo do traço; à distância, o conjunto forma um campo contínuo, quase arquitetônico. Produzido em fibra regenerada ECONYL, o tapete aproxima matéria reciclada, desenho analógico e tecnologia têxtil contemporânea. Tesselar entende a falha não como ruído a ser eliminado, mas como registro de autoria, tempo e presença humana. A repetição não apaga a diferença: torna visível aquilo que uma produção perfeitamente digital tenderia a ocultar.

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Tectônicas em Exílio

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Tectônicas em Exílio

Brasil  ·  2025
Ano2025

Neste projeto site-specific, concebido para ocupar o espaço entre dois pilares do Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera, apropriamo-nos da arquitetura de Oscar Niemeyer para tensionar questões ligadas ao extrativismo imposto aos países do Sul Global e suas implicações na arquitetura.

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Terral Sky Home Club

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Terral Building

Brasil  ·  2025
Ano2025
DeveloperMontclass Group

Neste projeto, a diversidade programática do edifício foi um dos principais guias de concepção. Os diferentes tipos de ocupação foram articulados por meio de áreas de lazer que ocupam os pavimentos de transição, costurando usos e criando pausas ao longo da verticalidade. O resultado é um edifício com 4.500 m² de área de lazer, repleto de amenidades e ajardinamentos que ampliam a experiência do morar.

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Terral Interiors & Landscape

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Terral Interiors & Landscape

Brasil  ·  2025
Ano2025

Terral Interiors & Landscape integra interiores, mobiliário e paisagismo em um conjunto de áreas comuns distribuídas pelos pavimentos de lazer do empreendimento, em Porto Belo. O projeto foi concebido para refletir a essência tropical da Mata Atlântica sem transformar o bioma em tema decorativo. Madeiras, pedras, fibras, tecidos naturais e tonalidades terrosas constroem uma base material ligada ao litoral, enquanto o design brasileiro funciona como fio condutor entre ambientes de escalas e usos distintos. Peças autorais do estúdio convivem com obras e mobiliário de diferentes gerações, formando uma paisagem doméstica plural e reconhecível. Jardins atravessam limites entre áreas internas e externas, enquadram vistas e criam abrigo para aves, abelhas e outros polinizadores. Salões, gourmets, pub, boliche, espaços esportivos, sauna e áreas infantis são organizados para permitir usos simultâneos sem romper a continuidade visual do conjunto. A vegetação não aparece como complemento, mas como infraestrutura espacial e ambiental, responsável por criar sombra, transição e intimidade. Em vez de conceber o lazer como uma sucessão de cenários independentes, Terral propõe uma paisagem habitável, na qual arquitetura, interiores e natureza participam de uma mesma experiência de convivência tropical contemporânea.

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Banco Mambo

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Banco Mambo

Brasil  ·  2025
Ano2022

Feita em madeiras brasileiras provenientes de processos de reaproveitamento, a linha Mambo busca ser uma ode contemporânea ao mobiliário brasileiro do período moderno, assumindo, porém, uma abordagem de produção adaptada ao contexto socioambiental atual.

No processo, lotes de madeira de demolição são comprados de colecionadores no interior do estado de Santa Catarina e, em seguida, catalogados, selecionados e separados de acordo com a espécie e o estado de conservação. Dessa forma, conseguimos diminuir o impacto ecológico da cadeia produtiva e priorizar a redução da pegada de carbono envolvida na fabricação.

Inicialmente criada para ser uma mesa de apoio para sofá, a peça sempre acabava com alguém tentando sentar sobre o protótipo. Compreendi, então, que as formas arredondadas e robustas inspiravam a sensação de conforto de um estofado. Isso estimulou a ampliar a linha, que passou a ter novas edições com medidas ampliadas — indo de mesas de apoio e bancos individuais até bancos longos.

Mambo Série-01 mede 70 × 47 × 47 centímetros; Mambo Série-02 mede 150 × 47 × 47 centímetros; Mambo Série-03 mede 180 × 47 × 47 centímetros.

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Mesa Austral

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Mesa Austral

Brasil  ·  2025
Ano2025
ManufacturerSerafini

A Mesa Austral integra a coleção desenvolvida por Leonardo Zanatta em colaboração com a Serafini e parte da geologia sul-americana como matéria, estrutura e narrativa. Seu desenho aproxima referências do Suprematismo, dos Arkitektons de Malevich, do brutalismo paulistano e das experiências concreta e neoconcreta brasileiras. Essas influências não aparecem como citações formais, mas são submetidas a um processo antropofágico de transformação, produzindo um objeto que pode ser lido simultaneamente como mesa, escultura e maquete de uma arquitetura imaginária. A base é formada por volumes de pedra que se interpenetram por meio de cortes precisos, sobreposições e vazios. O peso do material não é disfarçado: torna-se o principal argumento da peça, equilibrado por proporções que conferem tensão e aparente instabilidade ao conjunto. Produzida em versões redonda e oval, Austral utiliza rochas como Marinace Black, Sodalite Blu, Verde Aquamarina e Pinta Verde, escolhidas por sua origem e expressão mineral. A fabricação combina desenho digital, seleção criteriosa das chapas e conhecimento italiano no trabalho da pedra. “Austral”, aquilo que pertence ao sul, afirma uma perspectiva territorial sem recorrer ao regionalismo caricato. A rocha deixa de ser revestimento e passa a atuar como volume, memória geológica e presença cotidiana.

A Mesa Austral é concebida como um objeto arquitetônico traduzido para a escala do morar. Desenhada por Leonardo Zanatta, a mesa parte da geologia sul-americana e do vocabulário cultural da arte brasileira e do modernismo tropical. Produzida pela Serafini, a Austral transforma o mármore em um meio de expressão territorial. Mais do que uma superfície funcional, torna-se uma presença espacial definida por massa, ritmo e clareza estrutural. O caráter monolítico reforça a permanência sem perder o equilíbrio compositivo. O mármore não é tratado como acabamento decorativo, mas como material narrativo, trazendo a memória geológica para os ambientes contemporâneos por meio de um design refinado em mármore.

Ritmo construtivo e composição escultórica. A base escultórica é composta por volumes de pedra encaixados em uma composição tridimensional de cheios e vazios. Essa lógica tectônica remete à arquitetura modernista brasileira e à experimentação construtiva da arte brasileira do século XX. O tampo horizontal contrasta com o pedestal vertical fragmentado, criando tensão entre continuidade e articulação. Desenhada por Leonardo Zanatta para a Serafini, a Mesa Austral posiciona a estrutura como linguagem visual. A peça articula ritmo, contraste e honestidade estrutural por meio da massa do mármore. Em vez de recorrer ao ornamento, o design expressa identidade por proporção e tectônica, estabelecendo uma presença arquitetônica marcante nos espaços de jantar contemporâneos.

Identidade em mármore sob medida pela Serafini. Produzida pela Serafini com avançado conhecimento italiano em pedras, a Mesa Austral é totalmente personalizável na seleção do mármore, no acabamento e nos detalhes. O projeto reflete um diálogo entre a herança geológica latino-americana e o refinamento da cantaria em mármore. Cada pedra revela uma narrativa mineral distinta, reforçando a singularidade de cada peça. Desenhada por Leonardo Zanatta, a mesa traduz uma visão de design em mármore de luxo enraizada na autenticidade material e na memória cultural. Com a personalização, a Austral se adapta a diferentes contextos de interiores preservando sua força monolítica e sua clareza arquitetônica, tornando-se um elemento definidor em ambientes sofisticados.

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Pampa Lamp Series

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Pampa Lamp Series

Rio Grande do Sul, Brasil  ·  2025
Ano2025
LinhaELZ Design
TipoPendente
MateriaisAlumínio e aço inox

A linha Pampa remete à amplitude das pradarias, ao horizonte distante, à geada sobre os campos do Rio Grande do Sul. Fala sobre as minhas raízes e sobre as coisas que amo; fala sobre poesia, sobre casa.

Cada peça traduz a vastidão do pampa gaúcho em geometria essencial: linhas longas e horizontais que evocam a linha do horizonte, materiais que remetem à luz fria e prateada das manhãs de geada. O alumínio e o aço inox conferem leveza e um brilho contido, como o reflexo do sol baixo sobre o campo aberto. A serialidade da produção dialoga com a repetição dos postes e cercas que pontuam a planície, transformando um gesto industrial em imagem de pertencimento.

Projetada para dialogar com ambientes contemporâneos, a peça encontra equilíbrio entre o rigor industrial e a delicadeza da referência afetiva, funcionando tanto como fonte de luz quanto como elemento escultórico no espaço. Mais do que iluminação, a Pampa é um exercício de memória afetiva — um objeto que carrega a paisagem de origem e a transforma em presença cotidiana.

Encantaria Sofa — Pampa Pendant Series-01 — aluminium and stainless steel
Pampa Pendant Series-01 — aluminium and stainless steel
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Pop-Up Invicta

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Pop-Up Invicta

São Paulo, Brasil  ·  2025
Ano2025
ClienteInvicta
ArquiteturaEstúdio Leonardo Zanatta + Jeferson Branco
EquipeMarina Lesseux, Lucas Carilli
BrandingValkiria IC
Produção e imagemBia Moraes
FotografiaVitor Martins

Stand-loja conceito criado para apresentar o novo branding da marca Invicta na Abup Fair 2025. Aqui, o espaço construído não é apenas uma estrutura física: ele é uma narrativa. Na concepção deste projeto, a arquitetura emerge como um veículo para traduzir os valores da marca.

Mais do que um espaço expositivo, o projeto se configura como uma paisagem arquitetônica de identidade, na qual forma e luz se tornam escultores da experiência. Cada percurso, cada enquadramento e cada incidência de luz foram pensados para conduzir o visitante por uma jornada sensorial que comunica quem a marca é — antes mesmo de qualquer produto ser apresentado.

O projeto transcende a ambientação comercial convencional, absorvendo a lógica retro-futurista para redefinir a experiência espacial da marca enquanto explora uma nova identidade corporativa. O resultado é um espaço que funciona como manifesto: a arquitetura a serviço da narrativa.

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Encantaria Sofa

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Encantaria Sofa

Brasil 2026

O Sofá Encantaria foi desenvolvido para aproveitar melhor peças de madeira de lei brasileira que ficam fora das dimensões comerciais padrão. Em vez de tratar esses fragmentos como resíduo, o desenho os incorpora à estrutura da peça, onde suas diferentes cores, veios e densidades permanecem visíveis. A madeira vem de áreas de concessão florestal na Amazônia manejadas por extração controlada e seletiva. Inclui madeira-testemunha e material de árvores já próximas do fim de seu ciclo natural. Ao trabalhar com seções pequenas, o sofá aumenta o aproveitamento de cada árvore e reduz a demanda por cortes grandes e padronizados. Muirapiranga, muiracatiara e coração-de-negro se distribuem pelas laterais e pelo encosto em centenas de módulos individuais. Juntas, formam um registro da diversidade material da região sem esconder as distinções entre as espécies. O Sofá Encantaria traz a responsabilidade ambiental para dentro do processo de projeto por meio da seleção do material, da escala e da construção. Seu caráter nasce diretamente da madeira disponível, permitindo que peças de valor comercial limitado se tornem parte definidora de um objeto contemporâneo.

Encantaria Sofa — Photography: Henrique Azevedo
Photography: Henrique Azevedo
Encantaria Sofa — Photography: Henrique Azevedo (2)
Photography: Henrique Azevedo
Encantaria Sofa - Misci Edition
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Valor Econômico - Destaques do Mercado Imobiliário

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Valor Econômico - Destaques do Mercado Imobiliário

São Paulo, 2026
AssessoriaCobogó

"A arquitetura se consolidou como um dos principais diferenciais do mercado imobiliário brasileiro, e a associação de empreendimentos a nomes consagrados passou a ser uma estratégia das incorporadoras para agregar valor.

Agora, para renovar o repertório arquitetônico de seus empreendimentos, algumas incorporadoras têm apostado em escritórios que, e

Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/patrocinado/imoveis-de-valor/noticia/2026/10/23/incorporadoras-buscam-novos-talentos-para-se-diferenciar.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo."

-Fabiano Mazzei

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Casa CC

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Casa CC

Balneário Camboriú, 2026
FotografiaHenrique Azevedo
EstruturaConcreto Ciclópico, Metal, Vidro
ProgramaCommercial and exhibitions
CoautoriaJeferson Branco Arquitetura
EquipeHenrique Azevedo, Leonardo Zanatta, Beatriz Corazza, Jeferson Branco.

Em um condomínio de Camboriú (SC), a casa explora a fragmentação volumétrica para estabelecer uma relação próxima com a Mata Atlântica. Volumes de coberturas inclinadas se projetam sobre uma base pétrea, criando áreas de transição entre interiores e vegetação nativa. Revestimentos e vidros de alto desempenho integram a estratégia de conforto térmico, enquanto a especificação prioriza materiais de baixo carbono incorporado. A composição articula cheios e vazios, privacidade e abertura à paisagem.

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Revista Exame - 15 Arquitetos em Destaque

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Revista Exame - 15 Arquitetos em Destaque

São Paulo, 2026
Publicação2026
ReportagemJulia Storch
VeículoExame/Casual Exame

Antes de a bossa nova ser cantada mundo afora ou de as primeiras estrelas bordadas nas camisas da Seleção Brasileira ganharem projeção internacional, o primeiro grande reconhecimento nacional veio da arquitetura, que teve como estopim a Semana de Arte Moderna de 1922. O evento realizado no Theatro Municipal de São Paulo representou uma ruptura com o academicismo e abriu terreno para o nascimento da nova arquitetura moderna brasileira, uma década depois, com nomes como Lúcio Costa, Gregori Warchavchik e, mais tarde, Oscar Niemeyer.

A identidade da arquitetura nacional hoje ganha um outro olhar a partir de novas gerações. Estas não estão necessariamente ligadas à idade, visto que um arquiteto recém-formado pode apresentar uma produção madura, assim como um profissional que passou décadas em grandes escritórios pode inaugurar uma nova fase autoral.

Em parceria com a Architecture Hunter, considerada a maior plataforma do tema no mundo, fundada pela arquiteta brasileira Amanda Ferber, e com apoio da marca Oficina, elaboramos uma curadoria de 15 escritórios de destaque hoje no Brasil. Selecionamos escritórios fundados há no máximo 7 anos ou com profissionais com até 35 anos de idade.

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CASA VOGUE Nº488

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CASA VOGUE Nº488

São Paulo, 2026
ReportagemCamila Santos
VeículoCasa Vogue
ProdutoSofá Encantaria
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CASA MURO

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CASA MURO

LAPA, PR
LocalizaçãoLapa, PR
PremiaçãoSelecionado 11 Prêmio Saint-Gobain

Na serra do Paraná, a 800 metros de altitude, a Casa Muro articula volumes de concreto pigmentado sobre uma base de basalto extraído na região. A implantação acompanha o relevo e preserva as araucárias existentes. A envoltória em camadas, com isolamento termoacústico e vidros de baixa emissividade, responde às variações do clima. Ventilação cruzada, torre de vento e chaminé térmica complementam as estratégias passivas, enquanto a pedra local orienta a redução do carbono incorporado à construção.

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AD100 | 2025

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AD100 | 2025

AD México y Latam
VeículoAD México y Latam
Ano2025

"AD100 2026 Debutantes, ellos son la nueva generación que con una mentalidad creativa han transformado la forma en que se piensa, se hace y se vive la arquitectura y el diseño a lo largo de toda América Latina. Con la mirada joven que se entrelaza con la tradición, estos creativos destacan en sus respectivos terrenos cambiando la manera de vivir el diseño en la región. Para nosotros en Architectural Digest México y Latinoamérica es de suma importancia poner el foco en las voces que con pasión e innovación, proponen ideas frescas que inspiran a seguir de cerca lo hecho en esta región tan rica en posibilidades. Acompáñanos a conocer a las y los arquitectos, diseñadores y paisajistas que con paso firme han propiciado la evolución de la escena creativa y han trazado nuevos horizontes.

Inspirado en el Neoconcretismo brasileño y en la obra de Lygia Pape, Leonardo Zanatta combina perfeccionismo técnico y sensibilidad artística. Su práctica, enfocada en sustentabilidad y fragmentación volumétrica, abarca desde torres residenciales hasta mobiliario en maderas amazónicas. Cada proyecto traduce rigor estructural y poética visual."

-AD MÉXICO

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